Gentoo Logo
Gentoo Spaceship

Get Started
Gentoo Handbook
Downloads

News
Security Announcements
Calendar
Infrastructure Status

Documentation
Gentoo Handbook
Featured Documentation
IBM dW/Intel article archive

Get Gentoo
Downloads
Mirrors

Community
Discussion Forums
IRC Channels
Mailing Lists
Report Issues
Planet (Blogs)
Online Package Database
Wiki
Contact Us
Sponsors

Get Involved
Report Issues
Help Wanted
Help maintaining packages
Discussion Forums
IRC Channels
Mailing Lists
Become a Developer
Offer Resources
Enhancement Proposals (GLEPs)
Source Repositories
Developer's Manual

Other
Developer List
Developer Map
Gentoo Stores
Projects

About
About Gentoo
Philosophy
Social Contract
Name and Logo Guidelines
Logos and themes
Screenshots




1.  Contrato Social do Gentoo Linux

Nosso contrato social é feito com a intenção de descrever claramente as políticas gerais de desenvolvimento e padrões do time de desenvolvimento do Gentoo Linux.

2.  A filosofia do Gentoo

Eu criei o Gentoo porque não consegui encontrar uma distribuição de Linux que gostasse. A coisa predominante que experimentei com as distribuições de Linux foram as "ferramentas de distribuição" que gerenciavam o sistema inteiro -- as ferramentas que deveriam tornar tudo mais fácil de usar -- na verdade pareciam precisar de muita atenção e entravam no caminho do que eu realmente queria fazer. Eu queria dizer a elas o que eu queria fazer, mas pareciam estar mais interessadas em dizer a mim o que elas queriam que eu fizesse.

Então, eu criei o Gentoo Linux, e desenhei o Portage para ser uma ferramenta mais perfeita que o que existia antes dela. Para tanto, tornei-a muito flexível para permitir fazer o que eu quiser, e também tentei torná-la flexível para permitir que outros fizessem o que eu pensei que gostariam de fazer.

Se outros quisessem ver como um pacote foi construído, eles poderiam olhar no arquivo ebuild relativamente fácil de entender e aprender a partir dele. Se quisessem ajustar como é construído, poderiam usar as variáveis de USE. Se quisessem adicionar uma pacote, criavam uma nova ebuild para a árvore. Se quisessem usar um pacote, poderiam simplesmente fazer emerge dele e as dependências eram automaticamente instaladas.

As pessoas gostaram do conceito do Portage, e o Gentoo Linux cresceu rapidamente. Nós nos tornamos conhecidos como a distribuição "da fonte", mas no coração o conceito do Gentoo não é "da fonte". "Da fonte" é um aspecto chave importante do Gentoo, e algo que era e continuará sendo necessário ao Gentoo, mas não é a única questão ou a mais importante. A questão mais fundamental é desenhar uma tecnologia que nos permite e permite outros fazer o que querem fazer, sem restrições.

Para resumir o coração do Gentoo, imagine um usuário sentado em frente de um sistema Linux. O que ele quer fazer? A filosofia do Gentoo é permitir que o usuário possa fazer o que quer, sem nada entrar no caminho.

Em torno da época em que o Gentoo nasceu, a coisa que entrava no caminho era a falta de um jeito fácil de construir pacotes da fonte, de acordo com especificações do usuário. Atualmente, nós fazemos isto muito bem, mas o que não fizemos bem foi suportar pacotes pré-construídos, mesmo que o Portage tenha suportado criar pacotes binários quase desde seu nascimento. Então, estamos fazendo isto agora.

É importante que nossas ferramentas suportem pacotes binários, já que pacotes binários são amplamente usados e demandados pela comunidade de Linux. Se nossas ferramentas não suportarem pacotes binários, nós não podemos dizer que nossas ferramentas são desenhadas para permitir que o usuário faça o que quiser. Se nós escolhermos propositadamente excluir suporte a binários, nós estamos tentando interferir com como usuários podem escolher lidar com problemas particulares. E se nós não construímos pacotes binários, então não estamos tomando quaisquer passos para garantir que nossas ferramentas realmente funcionem bem com pacotes, então nós não estamos tomando quaisquer passos para garantir que nossas ferramentas realmente funcionem bem com pacotes binários, tampouco podemos *demonstrar* que nossas ferramentas funcionam bem com pacotes binários. Além destas razões filosóficas, existem muitas outras razões práticas para criar pacotes binários.

A filosofia do Gentoo, em um parágrafo, é esta. Cada usuário tem trabalho que precisa fazer. A meta do Gentoo é desenhar ferramentas e sistemas que permitam ao usuário fazer seu trabalho tão agradavelmente e eficientemente quanto possível, já que ele achar bom. Nossas ferramentas devem ser prazerosas de usar, e ajudar o usuário apreciar a riqueza do Linux e da comunidade de software livre, e a flexibilidade do software livre. Isto só é possível quando a ferramenta é desenhada para refletir e transmitir o desejo do usuário, e deixar as possibilidades abertas para a forma final da matéria-prima (o código-fonte). Se a ferramenta força o usuário a fazer as coisas de um jeito em particular, então a ferramenta está trabalhando contra, ao invés de a favor, o usuário. Nós todos experimentamos situações onde as ferramentas parecem estar impondo seus respectivos desejos em nós. Isto é o avesso, e contrário à filosofia do Gentoo.

Pondo de outra maneira, a filosofia do Gentoo é criar ferramentas melhores. Quando uma ferramenta está fazendo seu trabalho perfeitamente, você pode nem estar ciente de sua presença, porque não interfere ou torna sua presença conhecida, ou força você a interagir com ela quando você não quer. A ferramenta serve o usuário ao invés de o usuário servir a ferramenta.

A meta futura do Gentoo é continuar o esforço para criar ferramentas quase-ideais. Ferramentas que podem acomodar as necessidades de muitos usuários diferentes (todos com metas divergentes) com facilidade são extremamente poderosas. Você não adora quando encontra uma ferramenta que faz exatamente o que você quer? Não é ótimo? Nossa missão é dar essa sensação para o maior número de pessoas quanto possível.

Daniel Robbins
Ex-Arquiteto-Chefe



Atualizado 27 de outubro de 2003

A versão original deste documento foi atualizada em 30 de abril de 2006

Resumo: Este documento explica a filosofia por trás do Gentoo.

Donate to support our development efforts.

Copyright 2001-2014 Gentoo Foundation, Inc. Questions, Comments? Contact us.